Carrego a dúvida por credo.
A incerteza, bandeira arvorada.
Oh, desdenho o vosso absoluto!
Que há muito vivo neste luto,
Nesta imutável madrugada,
(Prenhe de pez e odor a medo)
De morrer sabendo nada.
Paladino de mim mesmo,
Pugno só pela única verdade:
A de que vimos a este mundo
Pr'a viver em liberdade!