O discurso de ódio - radical, fundamentalista, disparado em todas as direcções contra tudo e todos - está, a meu ver, a autofagiar-se paulatinamente. Vive do próprio medo que inculca e grassa no terreno fértil da ignorância mas, no limite, acabará por morder a mão daqueles que o alimentam. É que, na linha de Rosseau, quero acreditar que as pessoas são intrinsecamente boas.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
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